Jogos | Que tal incentivar as crianças a criarem seus próprios games?

Ontem enquanto acompanhava com meu filho de 7 anos algumas das apresentações da E3 – Electronic Entertainment Expo, o mais importante evento do mundo dedicado a jogos eletrônicos, o pequeno começou a demonstrar interesse por uma profissão que deve deixar nove entre dez crianças fascinadas: criar videogames.

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Conversando, fui explicando o quanto é complexo criar um jogo novo: falei sobre os primeiros brainstorms, sobre a criação de um enredo, das pesquisas envolvidas, da parte de animação e programação, da criação de personagens, músicas, sons… Falei da fase de testes do jogo, até chegar ao começo da divulgação, exemplificando com a E3, e o tempo que leva para um novo jogo chegar até a nossa casa. Ele ficou ainda mais encantado com a ideia de poder trabalhar com algo assim!

Pra dar um pouco do gostinho da coisa, fui procurar na internet ferramentas que dessem a ele o gostinho de criar um video game simples, adequado à idade dele. Foi assim que cheguei no site www.sploder.com e achei o máximo!

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O objetivo do Sploder é ajudar os usuários a projetar jogos simples que podem ser compartilhados.  “Acreditamos que a realidade pode ser mudada por pessoas criativas que usam suas mentes para tornar o mundo melhor para todos.”, diz a área do site voltada para pais e professores.

Para começar a brincadeira não é preciso sequer fazer login (embora este seja necessário para compartilhar o jogo). É possível criar games retrôs no formato arcade – 8 bits (sendo este o estilo mais recomendado para as crianças menores, até uns 9 anos), jogos estilo plataforma, Puzzles e jogos clássicos de tiro (mais complexos).

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Não preciso sequer recomendar aqui que a supervisão constante das crianças enquanto criam/jogam é mais do que necessária, né? Afinal, além delas estarem muito mais seguras, a diversão é muito maior quando compartilhada com quem a gente gosta, certo?

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