Supergirl | série “de menininha” sim, e daí?

Assim que o trailer da nova série da CBS, Supergirl, surgiu na rede, os comentários que apareceram foram meio desanimadores: “é muito girly”, “chick flick” (termo utilizado para descrever filmes “para meninas”), “mais uma comédia romântica”, “para meninas não nerds” e outras coisas assim. Daí fui assistir esperando o sono chegar e… UAU! Amei!

Sou um clichê ambulante? Pode até ser, mas rejeito profundamente essa ideia de que todas as personagens mulheres, em especial as super heroínas, tem que sempre ser fortes, destemidas, perfeitas e bem resolvidas. Nem todas as mulheres são assim, afinal. Amei o fato dela gaguejar, de ser meio insegura, de não ser uma mulher fatal.

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Senti uma vibe meio Anna/Elsa no trailer, já que Kara, a Supergirl (Melissa Benoist, de Glee), parece ter deixado seus poderes meio de lado, tentando seguir com uma vida “normal”. Porém, por amor à irmã Alex (Chyler Leigh, de Grey’s Anatomy), que está prestes a sofrer um acidente de avião, ela resolve assumir seu lado Kryptoniano e… let it go!

Gostei das atrizes, gostei da música, gostei dos efeitos, gostei das roupas (adoro essas cenas clássicas de quando os super heróis escolhem seus primeiros uniformes) e curti muito ver o Jimmy (James!) Olsen (Mehcad Brooks, de Desperate Housewives e True Blood) já no preview 😉

Série teen? De menininha? Smallville para meninas? Opa! Pode mandar mais que a gente gosta. E nada de arrancar a carteirinha de nerd das amigas que curtem “meninices”, que isso é feio, viu? A série sobre a prima do Superman deve estrear entre setembro e novembro nos Estados Unidos. E aí? O que vocês acharam?

Kathy

Kathy

Jornalista, sonserina, lannister, malkaviana, dobradora do reino da Terra, distrito 3. Transmito o legado nerd ao meu rebento, Samuel, que, pobrezinho, já reclama que ninguém da escola sabe quem é Sauron e nem fazem ideia do que significa conjurar um patrono.
Kathy

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